foto ilustrativa retirada do google
Acho que nós que desenvolvemos escritas pelo mundo, através de blogs e/ou redes sociais, temos obrigação de deixar aqui o que pensamos deste episódio, chamado 'Mensalão', que transformou o Brasil numa cadeia suja, imoral, indignando aqueles cidadãos que levam a vida com dificuldade econômica-sócio-cultural.
Assistindo o Procurador-Geral da República relatar a estarrecedora rede de criminalidade, perante os Ministros (última instância da ética) e percebendo que, embora dissertando sobre "quadrilhas, corrupção ativa ou passiva, peculato, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta" ainda existe(m?) - dentre seus membros - quem acredite na inocência de José Dirceu, peça chave nessa engrenagem imunda.
E nós, povo brasileiro, ficamos sem chão porque, se está provado nos autos a atuação do Partido dos Trabalhadores como grande responsável pelo esquema (palavras do Procurador-Geral da República), há que se perguntar: mas por quê o ex-presidente Lula foi "liberado" dessa investigação, suspeição ou algo do tipo, visto que é sabido ser o homem-dominante do PT em todas as Eras?
Então me parece, s.m.j., que já inicia mal esse julgamento, encobrindo pessoas, fazendo-se um jogo onde jamais deveria existir qualquer manobra, tal como, adredemente, ocorreu com no discurso interminável do Ministro Lewandowski em defesa da retirada de inúmeros e expressivos réus.
Então, como brasileira, não vejo transparência nesse julgamento, o qual aguardamos com tanta expectativa para retomada da honra de nosso País e da Magistratura como um todo.
Nós, povo brasileiro, esperávamos pela JUSTIÇA plena...rigorosamente nos ditames da Lei, mas, particularmente, assistindo aos costumeiros macetes políticos me foge a ideia de que teremos um julgamento ético punindo com rigor quem nos traiu, usurpou a através da máquina pública, baseada nas palavras do Procurador-Geral da República, logicamente.
O mensalão e nós, povo brasileiro, ficaremos como estamos: assistindo estarrecidos o locupletamento ilícito de um lado e, de outro, uma população perdida no que tange à ética, a nobreza de princípios de quem recebeu o aval eleitoral para construção de uma grande Nação.
Maria Marçal
Blog Maturidade

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O que assistimos ontem foi uma série de acusações sem provas, proferida por quem deveria defender o direito. A acusação foi a de que, chefiados por José Dirceu, havia uma quadrilha dedicada à compra de votos dos parlamentares em troca de pagamento de propinas.
Nas centenas de páginas relativas ao processo, nenhuma testemunha sustentou que José Dirceu era chefe de nada. Foram 337 testemunhas afirmando a mesma coisa.
Sobre compra de votos, o próprio Gurgel, tão cioso na acusação do mensalão mas que sentou em cima da investigação sobre Carlinhos Cachoeira durante anos, admitiu que os deputados que receberam propinas votaram contra projetos do governo. E o que deflagou toda a acusação foi justamente o interesse de empresa que se sentiu prejudicada e, com a ajuda de Carlinhos Cachoeira, gravou o vídeo onde um funcionário dos Correios acusou Roberto Jefferson que, diante da possibilidade de cassação, lançou a acusação que se transformou em espetáculo com a finalidade de derrubar o governo Lula. Serve agora para tirar votos do PT.
Que a mídia tente influenciar a opinião pública em defesa de seus interesses, é compreensível: a chamada grande mídia tem interesses a defender e não se baseiam em fatos. Publicam opinião em defesa de seus interesses.
O que de fato existiu, foram simulações de contratações de serviços publicitários de Marcos Valério para financiamento de campanhas políticas, por empresários interessados em "investir" em tais campanhas, fato que ocorria há longo tempo, envolvendo políticos do PSDB (Eduardo Azeredo) e depois do PT. Nada que se relacione à compra de votos a favor de projetos do governo. Muito menos periódicos.
O que existe, na verdade, são interesses políticos. Escondem-se alguns fatos que incriminam alguns políticos para beneficiar outros visando ganhos eleitorais através do convencimento da sociedade.
Não houve mensalão. O que existe são apenas interesses eleitorais. E Gurgel tem participação direta nestes interesses.
Quanto ao que dizes, desculpa, mas não comungo contigo.
De toda sorte esperamos que a Justiça se pronuncie com lisura nesse julgamento.
Um beijo, Erick. Bom sábado.
Maria
Bom final de semana.
Beijão.
Roberto Jefferson fez muito teatro é o povo acreditou e desde que o PT está no poder, nunca foi pior os índices brasileiros perante ao mundo e vai piorar, mais corrupção vai aparecer. Eles como são todos de esquerda, enganam o povo e os trouxas obedecem!
E para finalizar a corrupção feita pelo partido dos trabalhadores irá ficar impune, pois boa parte prescreveu. Essa é a justiça brasileira que só funciona com para ladrão de galinha.
Olha eu não fui tão 'amável' quanto tu com os petitas (rsrs), mas de uma certa maneira dissemos o mesmo.
Um agradecido beijo,
Maria
Obrigada Jornalista Lino Tavares.
Muito obrigada, Maria
O próprio denunciante, em entrevista concedida ao deixar o hospital, deixou claro que a intenção da denúncia foi eleitoral.
Os meios de comunicação existentes no Brasil defendem seus próprios interesses influenciando na opinião pública que se baseia no que foi publicado. E o que foi publicado é partidário. Seria válido este tipo de defesa dos interesses partidários se a opinião publicada fosse mais democrática e plural.
PS: Sobre isto publiquei o post denominado "Os interesses dos justiceiros e o jornalismo investigativo" em http://erickdefigueredo.blogspot.com.br/2012/07/os-interesses-dos-justiceiros-e-o.html
Feliz com tua visita.
beijos, Maria
Infelizmente existe um outro lado, que não vem sendo mencionado. O mensalão começou com o PSDB.
Sobre esse assunto eu peço licença para indicar um artigo que escrevi em um de meus blogs:
Privataria e Mensalão. Dois pesos e duas medidas
http://almirfda.tumblr.com/post/28721586135/privataria-e-mensalao-dois-pesos-e-duas-medidas
Grande abraço
obrigada por trazeres tua opinião.
beijos, Maria